Ela já não se sente tão segura, na verdade, nem um pouco segura, ela sabe o que sente, só finge não sentir, pra não acabar como das outras vezes,ela sabe o quanto é arriscado agir pela razão, vai se amargurar e se arrepender pelo resto da vida, ela simplismente não quer viver. Na verdade tudo começou como um pesadelo pra ela, escola nova. novas pessoas, antigos inimigos. Ela não se sentia nada a vontade com toda aquela gente, na verdade muitas vezes ela não se sentia a vontade sosinha em casa, então deixou pra lá, já que acostumara com essa sensação. Tudo tão assustadoramente estranho, e não era no bom sentido, no ínicio, se confortou com algumas ex-colegas, que estavam na outra turma nada que a acalmasse, só pra não ficar sosinha ali, o que pra variar acontecia sempre. ela sabiaa, que tinha aos amigos sempre, mas era tão diferente, eles não estavam nessa escola, não estavam lá.
   Meses se passaram, e aquela vontade de morrer quando tava ali, ainda era imensa, só que agora tinha motivos pra não fazer isso, achara um grande amigo, bem, fizera um, conquistou-o, enfim, diviram segredos, depressões, paixões, papo furado, recreios, muitos recreios. e um dia tudo aquilo sumiu, ah não era férias, continuava a falar-te, mas quanto mais o tempo passava, maior era a saudade, e a vontade de sentir aqueles carinhos de novo, sentia saudade de ser amada, ou de se sentir amada, e conforme ia sentido isso, sua mascara de insensibilidade ia caindo aos poucos, a cada brilho no olhar ao falar com ele, a cada eu te amo que dizia, jurava pra si mesma, que era apenas amizade, mas sabia que no fundo a cada namorada que ele arrumava, sua garganta dava um nó, e seu coração outro. Sinceramente eu acho que isso são sinais, meros sinais pra ela admitir, e resolver falar de uma vez, acho que isso foi um singelo, te amo, sabes quem és.

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